Procuro Leitor para navegação séria. (Sem amarras.) Dei Palavras na Rua de 8/03/2013 a 10/01/2017. Hoje respiro. Só. Andreia Azevedo Moreira
quarta-feira, 8 de maio de 2019
terça-feira, 7 de maio de 2019
FOTOGRAFAR PALAVRAS #1740
"A liberdade habita os gestos simples. Decidir abraçar alguém, abrindo o peito para acolher, apesar de todos os golpes.
Eis um rosto da coragem."
Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Carla de Sousa
Projecto: Paulo Kellerman
http://fotografarpalavras.blogspot.com/2019/05/1740.html
sexta-feira, 3 de maio de 2019
Obrigada, Nuno.
quinta-feira, 2 de maio de 2019
Filmaço
Baseado na obra - The Surgeon of Crowthorne: A Tale of Murder, Madness and the Love of Words (Título do caraças para um livro.)
Em tudo havia beleza de Manuel Vilas
terça-feira, 30 de abril de 2019
fotografar palavras: # 1735
fotografar palavras: # 1735
«Vivi sempre a meio caminho entre a acção e a quietude. Quantas demoras foram arrependimento. A quantos toques me furtei. Em breve, o luto dos meus. O tempo foi a medida da minha incapacidade.»
Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Maria João Alves
Projecto: Paulo Kellerman
«Vivi sempre a meio caminho entre a acção e a quietude. Quantas demoras foram arrependimento. A quantos toques me furtei. Em breve, o luto dos meus. O tempo foi a medida da minha incapacidade.»
Texto: Andreia Azevedo Moreira
Foto: Maria João Alves
Projecto: Paulo Kellerman
segunda-feira, 29 de abril de 2019
sexta-feira, 26 de abril de 2019
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Coisas que aprendi, esqueci e regressam de ora em vez
Uma pessoa, sendo desde criança já uma pessoa, devia vir com o entendimento de que nasceu para ser o que deseje, e não para acudir às expectativas de terceiros.
(Sim, os pais são terceiros como os outros terceiros. Quem diz pais, diz avós, diz tios, diz todo o tipo de relação sanguínea, de afinidade, convívio formal e informal, etc. e tal)
Ora, não tendo a maior parte das pessoas, enquanto crianças, este conhecimento presente, passam grande parte da infância tentando preencher os vazios dos adultos. O que é que sucede. Isso está mal. Extremamente incorrecto, diria. Por demais desadequado e condiciona sobremaneira a maior parte das pessoas crianças, quando crescem para pessoas adultas. (Este parágrafo pode conter reminiscências de um scketch dos gato fedorento, o qual recomendo vivamente. https://www.youtube.com/watch?v=ZbDh20ViNFg )
Vai daí qual a recomendação às pessoas crianças que hoje são adultas e que volta e meia se sentem crianças desamparadas, sendo eu própria uma pessoa adulta criança desamparada e vice-versa.
Poupem tempo às vossas ricas vidinhas, vivam-nas como bem entenderem, dêem amor às pazadas sem esperarem (velhacos) recebê-lo de volta, mas sobretudo amem-se. Respeitem-se. Sigam aí o que a voz de dentro sussurra. Não finjam que não ouvem. Só se enganam e perdem TEMPO.
(É que vamos mesmo morrer. Sem dar por ela, passei num relance da miúda de 18 anos a chorar à janela do quarto, por causa de um Ramon, a ouvir esta menina, para a mulher de 41 anos assustada quando esquece como se chora, ou sente, ou repele a amargura, a ouvir ainda esta menina. Estava à janela da Assis Chateaubriand e puff vinte e três anos já eram.)
Ainda que aos olhos dos outros que pretendam controlar existências alheias possam ser catalogados de egoístas, ingratos, cruéis e sei lá mais o quê que os rebanhos gostam de chamar aos que assumem a solidão que é escolher os próprios caminhos.
P.S. Fugir de pessoas tóxicas. (Nenhuma excepção admitida.)
quinta-feira, 18 de abril de 2019
O acaso
Qual a probabilidade de passar por mim o Escritor do Livro que estou a ler, perceber o meu sorriso involuntário e sorrir-me um olá de volta? Aconteceu. Agora mesmo. Martinho da Arcada.
Manuel Vilas.
CREEP
Concedida a possibilidade de aperfeiçoar o que vejo ao espelho, seria a aberração.
(17-12-2018)
segunda-feira, 15 de abril de 2019
sexta-feira, 12 de abril de 2019
AUTORIA(S)
No fundo, é tudo irrelevante.
Morreremos.
Quem levou títulos para o crematório.
https://www.youtube.com/watch?v=TEAcQ-mhnmY
Morreremos.
Quem levou títulos para o crematório.
https://www.youtube.com/watch?v=TEAcQ-mhnmY
quarta-feira, 10 de abril de 2019
terça-feira, 9 de abril de 2019
quinta-feira, 4 de abril de 2019
Uma mulher livre banha-se no Rio. Quem sou para lhe dizer que pare. Nada vestida. A corrente. A poluição. O medo. Meus. Uma mulher livre, só, faz o que lhe dá na gana. Não quer morrer. Pelo contrário, vive. E eu aflita, cheia de entraves, prossigo seca no meu caminho seguro, sem mergulhos. Há improváveis que acontecem talvez por acaso, talvez para que acorde. Presa a uma dormência escolhida, da qual não me consigo desembaraçar.
terça-feira, 19 de março de 2019
sábado, 9 de março de 2019
Etiquetas:
Alegrias,
Alento,
Conto,
ECON,
Gratidão,
Luís Carmelo,
Pode um corpo morto,
Segundo conto publicado em papel,
Sonho realizado
Subscrever:
Mensagens (Atom)












