Uma mulher livre banha-se no Rio. Quem sou para lhe dizer que pare. Nada vestida. A corrente. A poluição. O medo. Meus. Uma mulher livre, só, faz o que lhe dá na gana. Não quer morrer. Pelo contrário, vive. E eu aflita, cheia de entraves, prossigo seca no meu caminho seguro, sem mergulhos. Há improváveis que acontecem talvez por acaso, talvez para que acorde. Presa a uma dormência escolhida, da qual não me consigo desembaraçar.

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