Pela primeira vez, li uma pessoa. A meio, desconhecedora se o lia e aos seus,
ou a mim e aos meus.
Duríssimo,
cruel,
poético,
essencial para quem gosta de cá andar consciente.
Doa o que doer.
Em tudo havia beleza.
(Há)
Generoso, Manuel Vilas.
Obrigada.








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