quinta-feira, 2 de maio de 2019

Em tudo havia beleza de Manuel Vilas

Pela primeira vez, li uma pessoa. 

A meio, desconhecedora se o lia e aos seus, 

ou a mim e aos meus. 

Duríssimo, 

cruel, 

poético, 

essencial para quem gosta de cá andar consciente. 

Doa o que doer. 


Em tudo havia beleza. 

(Há) 

Generoso, Manuel Vilas. 

Obrigada.










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