a ingenuidade de Pacheco Pereira, ao acreditar que seria possível debater com um narcisista, manipulador por excelência. Não muito hábil, na minha opinião. Limita-se a gritar e a distorcer o sentido das palavras do seu adversário. A ideia era bonita, um duelo de palavras suportado em factos. Mas o outro não deixou. Fez o que sabe, o que pode, o que consegue e a mais não é obrigado. Às tantas dei por mim a gritar para a televisão: cala-te, homem! Deixa o Pacheco falar! Mas a realidade é que o narcisista ouve tanto os outros a km de distância, como quando estão à frente do seu nariz.
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