Saudade e amor: eternos, enquanto respirar. Depois, quem sabe se não poderemos rir lá de outra dimensão. Partilhando de novo a centelha cósmica que um dia nos cruzou os caminhos que, invento agora, estavam floridos de buganvílias. Ainda não me libertei do luto. Não pude fazê-lo integralmente. Fui atropelada pelo que a vida e a morte ainda me tinham guardado para o ano seguinte. Por isso, enquanto tiver de chorar, chorarei, até que fiquem só os sorrisos e a ternura que a tua memória convoca. Querido Luís.

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