2023 foi um ano muito importante para mim.
Fiz coisas da minha lista «antes de quinar, quero...» que me enriqueceram e trouxeram alegria e paz.
Tirando a morte do Luís que me devastou (ainda me sinto triste) foi um ano muito bom em que eu pensava que havia chegado uma espécie de bonança.
2024 veio demonstrar-me que a gente não sabe um cu da vida.
Está a ser difícil p'ra cona (tinha escrito caralho, mas começo a perceber que há, de facto e concretamente e ambos os dois, a necessidade de trazermos para o léxico quotidiano a cona. Andam a ver se nos enterram vivas de novo, em várias coordenadas do planeta e, se não nos pomos em guarda, cá também).
Sou entre o vôo e o naufrágio.