segunda-feira, 6 de julho de 2026

O que faltou vai às aulas

O que faltou foi a Creta com a Carla N.

O Paulo José Miranda tem esta generosidade fantástica de usar parte do seu tempo precioso para, na vez de tocar metal na sua guitarra eléctrica ou estudar filosofia, analisar de modo sempre surpreendente alguns livros que escrevo. Já tiveram essa sorte: "Augustine e os maus sentimentos", "Depois do abismo o canto dos pássaros" e "Pesar o adeus". À terceira não foi de vez e eis que este querido Mestre regressa com a sua leitura de "O que faltou", um livro que foi encomendado por uma editora que não terá gostado do que leu, esteve para não ver a luz do dia, quase me fez desistir da escrita e se compõe de todas as pessoas maravilhosas que tenho conhecido, neste caminho dos livros, numa trama de gente boa que me habitará até ao último suspiro. É feito também do que considero os sucessos e os infortúnios dos passos que dei como escritora. Escritora? Serei, sim, enquanto por cá andar e o coração bater. Se terei mais livros publicados? Vejam bem: é uma incógnita, este mesmíssimo esteve para não acontecer. E isso importa? Perguntei-me muitas vezes. À data de hoje, direi que não. Faço o que me compete. Trabalho. Amo cada instante em que me sento com este fito, ou deambulo embrenhada nas ideias por concretizar. O futuro que alinhavo com frases: à sorte, ao universo, a deus, a Deus, aos deuses, à Natureza, ao Amor (àquilo em que cada um quiser crer) pertence.  

Resumindo, para quem não teve pachorra de ler acima:

Duas sessões alternativas em Julho e em Agosto.

Ou seja, lêem até à página 69 (Me encanta, por supuesto.) e assistem a uma das duas sessões de Julho (23 ou 25).

Lêem da 69 (ai, ai, delante, delante) em diante e assistem a uma das duas sessões de Agosto (27 ou 29)

Inscrições com o Paulo José Miranda. Procurem-no que o acham.

VALOR: 20 Euros por mês.

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