Este livro é um portento: obra de arte, manifesto, acusação, perguntas, diálogo, interpelação, monólogos, convite à acção, é grito, silêncio ensurdecedor, é contemplativo, repulsa, esperança, luz, trevas, guerra, sangue, morte, dúvidas, massacres, passado, presente e desejo de um futuro. Pontos de vista: mil. Modos de o ler, mais ainda. É inteligência e a estupidez que nos cega. São urgentes os questionamentos. Muitíssimo bem escrito, arrebatadoramente bem esgalhado. Uma escritora belíssima! Imaginem a tragédia de só poderem ler um livro no que resta de 2026: leiam este!




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